APIs e sistemas de gestão sob medida

A sua operação já tem regras. O software deveria segui-las.

Projetamos APIs e sistemas de gestão para empresas cujo jeito de trabalhar não cabe em um produto de prateleira: um contrato de dados escrito antes do código, integração com os sistemas que você já usa e o histórico anterior migrado com contexto.

Nenhum desses três problemas se resolve comprando outra licença.

A planilha não dá mais conta.

Funcionou até serem quatro pessoas preenchendo a mesma. Agora existem três versões do arquivo, alguém sobrescreveu uma linha sem perceber e ninguém lembra qual era a boa.

Dois sistemas que não se falam.

O mesmo dado é digitado duas vezes: uma no faturamento, outra no sistema da operação. Quando os dois divergem, vence quem conferiu por último.

O sistema de prateleira manda.

Ele funciona, mas impõe o próprio jeito de trabalhar. Cada exceção do seu negócio acaba em uma planilha à parte, e isso devolve tudo ao problema um.

Quatro trabalhos distintos. Raramente os quatro são necessários.

API própria com contrato claro

Cada dado tem nome, tipo e uma resposta definida para quando algo falha. Esse contrato é escrito antes do código: é o que permite conectar um sistema novo no ano que vem sem mexer de novo no primeiro.

Integração entre sistemas existentes

Faturamento, estoque, a planilha do vendedor. Em vez de substituí-los, eles são conectados para que o dado seja lançado uma vez e circule.

Migração de dados sem perder o histórico

Os anos anteriores entram com contexto: quem, quando e contra qual documento. Um sistema novo que começa vazio obriga a manter o antigo ligado só para consultar, e aí ele não substituiu nada.

Operação mensurável

Registro do que acontece, métricas de uso, alertas e backup. É a diferença entre “o sistema está lento” e saber qual consulta ficou lenta, desde quando e para quem.

Primeiro se entende a operação. Depois se escreve o código.

  1. 01

    Levantamos a operação real.

    Não o organograma: o que acontece numa terça-feira. Quem lança o quê, em que momento, e qual planilha aparece quando o sistema não dá conta.

  2. 02

    Definimos o contrato de dados.

    Quais entidades existem, quais campos são obrigatórios e o que acontece quando chega um dado incompleto. Escrito e acordado antes da primeira tela.

  3. 03

    Construímos e integramos por etapas.

    Um módulo entra em uso enquanto o resto continua como está. Se uma etapa não funciona, ela é corrigida com a operação rodando, e não numa migração de uma noite só.

  4. 04

    Medimos e evoluímos.

    Com o sistema em uso aparecem os casos que ninguém mencionou na reunião. O ajuste é feito com essa informação, não com a suposição inicial.

Evidência, não promessa

O Control Romeva foi desenvolvido exclusivamente para a operação da Transporte Romeva. Ele conecta cotações, folhas de rota, comprovantes de entrega, faturas, cobranças, compras, estoque, frota, pessoal e controle financeiro: cotar e receber acontecem dentro do mesmo sistema, cada função acessa o que precisa e cada movimento preserva seu contexto operacional. É o que podemos publicar — o alcance, não as telas — e já mostra até onde vai um sistema sob medida quando a operação inteira cabe dentro dele.

Ver o caso Control Romeva

Perguntas frequentes

O que é uma API e por que eu iria querer uma?

É a porta pela qual dois programas trocam dados sem que alguém copie na mão. Se o seu faturamento tem a lista de clientes e o sistema de entregas tem outra, a API é o que faz as duas serem a mesma lista, em vez de duas que vão se afastando. Nem sempre é necessária: se um único sistema cobre todo o processo, a API só acrescenta uma peça para manter.

Substitui o meu sistema atual ou se integra a ele?

Depende de onde está o problema. Se o sistema faz bem o trabalho dele e apenas está isolado, integramos: sai mais barato e ninguém precisa ser retreinado. Substituímos quando a ferramenta impõe um processo que a operação não consegue seguir, e isso se decide depois do levantamento, não antes.

O que acontece com o meu histórico?

Ele migra com contexto: quem, quando e contra qual documento. É a parte mais lenta do projeto e a que traz mais surpresas, porque dado antigo quase nunca está tão organizado quanto a memória diz. Um sistema novo que começa vazio obriga a manter o antigo ligado para consultar, e isso não é migração: é mais um sistema.

Do que depende o custo?

De três coisas que dá para contar: quantos processos entram (cotar, faturar, receber, comprar, controlar estoque), com quantos sistemas é preciso conversar e em que estado estão os dados que serão migrados. O levantamento existe justamente para colocar número nessas três antes de comprometer um orçamento.

Quem faz a manutenção?

A manutenção é acordada no início. Uma coisa não fica em aberto: o código e os dados são seus desde o primeiro dia. Um sistema sob medida que você não pode levar para outro fornecedor não é sob medida: é um aluguel com outro nome. Dá para combinar um acompanhamento mensal contínuo ou resolver por mudanças pontuais; nos dois casos, manter significa que o sistema continue rodando quando algo ao redor muda — uma versão, um fornecedor, uma regra fiscal — e que exista alguém para avisar quando ele não responde.

Como eu sei que está funcionando bem no dia a dia?

Porque o sistema avisa antes do usuário. Cada operação fica registrada, os tempos de resposta são medidos e há alertas quando algo para de responder. Sem isso, o primeiro a descobrir que o sistema caiu é quem estava prestes a faturar. O que se mede e o que dispara um alerta é definido com você: um alerta que toca por qualquer coisa acaba ignorado, e aí não protege mais nada.

Quantas vezes o mesmo dado é digitado na sua empresa?

Conte como vocês trabalham hoje e onde trava. Começamos levantando a operação; só com isso na mesa dá para dizer se o caminho é um sistema próprio, uma integração entre os que você já tem, ou corrigir duas etapas do processo atual. As três respostas são possíveis e custam muito diferente.

Pedir um levantamento